Foco nas focas

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Papa Francisco acolhe público mas veta união matrimonial LGBT

Apesar da reafirmação da posição da Igreja Católica de que o casamento deve ser entre pessoas de sexos opostos o Papa Francisco afirma, que seja posta a ênfase na necessidade de acolhimento de todos, independentemente da orientação sexual.
Pronunciamento de Papa Francisco (Fotos Públicas)
Pessoas que vivem à margem das regras católicas – divorciados, homossexuais, pessoas que vivem em uniões de fato, Papa Francisco lembrou que a Igreja que lidera “não aponta o dedo para julgar os outros” e tem o dever de misericórdia, porque “uma Igreja com as portas fechadas atraiçoa-se a si mesma e à sua missão e, em vez de ser ponte, torna-se uma barreira”. O pontife desde que assumiu, com visões progressistas que trazem conflitos na comunidade católica. Uma delas é o tratamento próximo com o público LGBT, a igreja precisa demonstrar amor e compreensão para todos.
“A igreja possui a missão de realizar a leitura dos sinais conforme os tempos à luz do evangelho e sem dúvidas o Papa Francisco, veem dado muitas mudanças ao evangelho, porém é importante ressaltar em que a igreja pregue a misericórdia. Em relação ao acolhimento ao público LGBT, sempre houve, não existe uma pastoral especifica.” diz, Dom Edmílson Amador, Bispo de Guarulhos.
Papa Francisco, reforça seu posicionamento a favor de amar a todos como irmãos. Em seu livro, Prefiro que as pessoas homossexuais se venham confessar, que fiquem próximo do senhor, que possamos rezar juntos.” -     Papa Francisco.
“Praticante do catolicismo, confesso estar satisfeito com o atual cenário diante da postura do Papa Francisco ao público LGBT” diz, Diego Rodrigues, católico homossexual.
O assunto sempre causa impacto, mais retornou à mídia quando Papa Francisco em seu primeiro livro em cerimônia realizada no Vaticano no dia 12 de Janeiro de 2016” O Nome de Deus é Misericórdia" de Francisco, nascido como Jorge Mario Bergoglio desde que que abdicou ao papado em 28 de fevereiro de 2013 e defende ideias de que a "Igreja não está no mundo para condenar", mas sim para levar à "Humanidade, que tem feridas profundas", uma mensagem de misericórdia e socorro espiritual, em sua obra publicada.
“Papa Francisco como líder influente no catolicismo na sociedade, veem quebrando paradigmas em que a séculos nenhum pontífice ousou atuar como o atual líder está pregando. O que podemos esperar da igreja católica num futuro é a liberdade de forma democrática com aceitação da sociedade” diz, Douglas Oliveira, Teólogo especialista.
Temas considerados polêmicos dentro do catolicismo, dentre como homossexualismo, nulidade matrimonial e a crise de refugiados, assuntos no qual o líder da igreja católica tem se engajado, na busca por soluções que ajudem a amenizar o sofrimento das vítimas das guerras nos países de origem. A obra de Francisco traz também referências à proclamação do Jubileu da Misericórdia (Misericoriae Vultus), explicando os motivos desta proclamação. 
Embora o pontífice tenha pregado a necessidade do acolhimento de todos, independentemente da orientação sexual, nunca se referiu especificamente aos controversos casamentos de pessoas do mesmo sexo, que a Igreja é firmemente contra.

Confira o Podcast do Jornal Foco nas Focas:


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